Mais uma semana começou e expectativa de dias melhores habita no coração de todos nós.
Passamos por dias difíceis e nebulosos, ao passo que a intolerância figura como principal atriz nessa novela dantesca, assistida a olhos nus e incrédulos.
Os fatos estão aí, e são sociais! E fatos sociais são coercitivos, bem como o maior sistema de comunicação do nosso estado. Os papéis inverteram-se: polícia agora combate polícia e ladrão aproveita essa brecha para fazer um “arrasto”, no grau aumentativo, no diminutivo que recebemos nos trinta dias de trabalho árduo. O exército apareceu nas “cenas dos próximos capítulos” e nós não sabemos qual o seu real papel nesse folhetim. O que sabemos e que os atores são muitos e trama ainda não revelou quem é quem nesse imbróglio, cheio de conluios.
Somos um estado “desimportante”, cercado pela inércia. Sua inércia, minha inércia, nossa inércia! Não culpemos somente os donatários dessa capitania, que aí estão desde o século passado. Há de se refletir sobre nossas escolhas e, principalmente, no que elas podem causar. Façamos uma revolução! Mas uma revolução organizada, pensada, planejada. Uma revolução que cause mudanças: de pensamento, de comprometimento, de participação, de decisão. Que a gente se organize pra desorganizar.
Alea Jacta est!*
• Do latim: “A sorte está lançada”